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“Um mundo que não esta acostumado a ajudar a quem não tem nada e que doa sempre mais para quem já é considerado abastado”, foi seguindo esta lógica de pensamento, que o economista Manfred Max-Neef, autor da palestra “A necessidade por uma Terapia Anti-neoliberal”, deu inicio, nesta terça-feira, em Santiago no Chile, ao XV Congresso Internacional da Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais. Manfred traçou um grande painel das desigualdades humanas, na visão econômica e social e justificou o mal da humanidade como a busca pelo lucro e o empobrecimento das relações interpessoais.

Uma palestra assistida por quase todos os participantes, e neles, a presença verde e amarela. Os profissionais e estudantes Brasileiros marcaram presença no evento. O número de participantes tupiniquins chegou a impressionar os terapeutas de outros países.
O dia começou com a apresentação dos Delegados Mundiais, Carlene Borges, ex-presidente da ABRATO, entrou no auditório principal do congresso com a bandeira nacional e ladeada por companheiros de outros continentes foi saudada pelo folclore chileno. Beatriz Takeiti, Patrícia Borba, Sandra Maria Galheigo, foram nomes brasileiros que marcaram o primeiro dia, realizando conferências no XV WFOT.

“O evento é na realidade uma oportunidade de intercambio entre as diversas formas do raciocínio clínicio e a aproximação das inúmeras entidades, de culturas e de teorias serve para agregar força à categoria e ampliar o conhecimento” ressaltou Ana Karinna Fragoso, vice-presidente da Associação Brasileira de Terapeutas Ocupacionais.
O XV WFOT, em Santiago do Chile acontece até a próxima sexta-feira.
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